{"title":"Férias 2026","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003ePreparo pelo menos três livros para as férias: um para ler na praia (quando há praia nas férias), um para ler na esplanada, no final do dia, ou em casa, antes de sair ou preparar o jantar, e outro, de contos, para ler antes de dormir. Este último é muito importante que seja um livro de contos. Para conseguir terminar pelo menos um, antes de o sono reclamar a minha atenção.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"pequena-europa","title":"Pequena Europa","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eA Europa, com as suas infindáveis guerras religiosas e nacionalistas, as suas matanças, o seu individualismo feroz e a sua luta pela liberdade, atravessada por toda a espécie de violências e contradições: inquisição, Impérios, colonialismo, racismo, anti-semitismo - a Europa revolucionária do século XVIII e XIX, de Robespierre, de Freud, de Wagner, de Marx, do comunismo, do anti-comunismo, dos fascismos, das repúblicas laicas, das monarquias democráticas é, mesmo agora, na era da globalização, o nosso inconsciente e a nossa relação carnal com o mundo.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cspan\u003e(...) um espaço de exuberância, equivalente a qualquer espaço ou meio que um artista defina, (o diagrama), para nele se ler, e ler o mundo. (Mafalda Ivo Cruz)\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"60\" data-end=\"550\"\u003eMeditação subtil sobre o que resta de um continente que já não sabe quem é. O livro atravessa cidades, memórias e ruínas, compondo uma geografia íntima da Europa, para além dos tratados ou das fronteiras. A dos gestos, das vozes, dos silêncios, da culpa, da beleza, da melancolia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"552\" data-end=\"1061\"\u003eO texto move-se entre a narrativa e o ensaio. A voz que narra é ao mesmo tempo pessoal e coletiva\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"552\" data-end=\"1061\" style=\"text-align: right;\"\u003e“Nada se perde verdadeiramente, apenas muda de língua\u003cstrong data-start=\"838\" data-end=\"895\"\u003e.\u003c\/strong\u003e”\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1063\" data-end=\"1519\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003e\u003cstrong data-start=\"1063\" data-end=\"1083\"\u003eMafalda Ivo Cruz\u003c\/strong\u003e é escritora, tradutora e ensaísta portuguesa. A sua obra distingue-se pela busca de uma verdade emocional. Em \u003cem data-start=\"1305\" data-end=\"1321\"\u003ePequena Europa\u003c\/em\u003e, confirma-se como uma das vozes mais elegantes e intensas da literatura portuguesa contemporânea. É autora de Um Requiem Português (1995), A Casa do Diabo (2000), O Rapaz de Botticelli (2002, Prémio de Ficção do Pen Clube), Vermelho (2003, Grande Prémio de Romance e Novela da APE de 2004), Emma (2004) e Oz (2006).\u003c\/p\u003e","brand":"Mariposa Azul","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52096516391178,"sku":null,"price":16.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/capa-pequena-europa-para-fb.jpg?v=1762778906"},{"product_id":"outono-alemao-1","title":"Outono Alemão","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eNo rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eOutono Alemão\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e (1947),  reportagem encomendada pelo jornal sueco \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eExpressen\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, longe de pintar um quadro homogéneo, é uma vívida galeria de explorados e famintos, vítimas de uma guerra que não era sua, mas também de quem se empenhava não apenas em sobreviver, mas em capitalizar com a miséria alheia. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eStig Dagerman, para quem o jornalismo era «a arte de chegar atrasado logo que possível», mergulhou nas ruínas de uma Alemanha desorientada, imersa na sua culpa e bloqueada pelas forças ocupantes, e recusou a hipocrisia de exigir dos sobreviventes uma contrição política. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eO resultado é uma obra jornalística com a perenidade da grande literatura, num registo objectivo e empático que inspiraria a imprensa vindoura.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Antígona","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52709944197386,"sku":null,"price":14.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/2020_outonoalemao_2048x2048_db72fe95-332d-4bbe-aac6-f5c565fe568f.webp?v=1773424790"},{"product_id":"a-analfabeta","title":"A analfabeta","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eMantendo por um lado, num equilíbrio exímio, uma escrita depurada e assertiva, e, por outro, uma escrita profundamente poética (característica que é transversal na sua obra), Agota Kristof revela-nos, em \u003c\/span\u003e\u003ci\u003eA Analfabeta\u003c\/i\u003e\u003cspan\u003e, os momentos chave da sua vida.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eA partir de um número mínimo de episódios explorados em poucas páginas, concentra, desta forma, a matéria literária, em cada capítulo, com a letalidade e rigor de uma arma demolidora. Agota Kristof é, aqui, uma testemunha da sua experiência – desde a primeira infância até à entrada na velhice. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eMarcam-na a guerra, a fuga do seu país, a separação da família, a sobrevivência enquanto refugiada, na Suíça, e, sobretudo, a separação insanável para com a sua língua materna, o húngaro, e a luta permanente, que durará toda a vida, para conquistar o francês, a tal língua “inimiga” que a deixou de novo analfabeta, aos vinte e um anos, e que foi a principal responsável por ir aniquilando a sua língua materna.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eAgota Kristof\u003c\/strong\u003e nasceu na Hungria em 1935. Morreu na Suiça em 2011. Escreveu toda a sua obra em Francês.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Dois Dias","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53162836197642,"sku":null,"price":14.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/analfabeta_1.jpg?v=1780738496"},{"product_id":"os-filosofos-e-o-amor","title":"Os filósofos e o amor - Amar, de Sócrates a Simone de Beauvoir","description":"\u003cp\u003e«Alguns dos maiores pensadores do Ocidente reservaram a este ‘sentimento’ [o amor] que só é nosso por nós sermos impensavelmente dele a sua atenção e a sua vigília filosófica. E sem ‘filosofia nenhuma’, foram ao mesmo tempo o lugar ‘clos, vertiginoso, da incandescência, turbação, glória ou miséria indizível’ do único deus mortal das nossas existências.» Eduardo Lourenço\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAcesso à eternidade para Platão, o amor é uma ilusão mortal para Lucrécio. Desafio de toda uma existência para Kierkegaard, não passa, segundo Schopenhauer, de uma artimanha do instinto sexual.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eQuanto a Rousseau, inventor do romantismo, é difícil encontrar um sistema filosófico mais estreitamente ligado às nevroses do seu autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA par das concepções teóricas acerca do amor, do sexo e das relações entre os dois géneros da espécie humana, este livro desvenda também a vida amorosa dos filósofos: o donjuanismo desenfreado de Sartre, a lendária ausência de libido em Kant, os fracassos de Nietzsche entre as jovens\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cspan class=\"morecontent\"\u003eraparigas, incluindo inúmeros episódios mais ou menos sérios, mais ou menos bizarros, em boa parte pouco conhecidos. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan class=\"morecontent\"\u003eCaberá ao leitor a tarefa de decidir se eles saberão consolar‑lhe os males de amor.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv class=\"item autor\"\u003eDe Aude Lancelin e Marie Lemonnier\u003c\/div\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePlatão | Lucrécio | Montaigne | Rousseau | Kant | Schopenhauer | Kierkegaard | Nietzsche | Heidegger | Arendt | Sartre\u003c\/p\u003e","brand":"Tinta da China","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53407523504394,"sku":null,"price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/filosofoseoamor.webp?v=1784657809"},{"product_id":"um-homem-sem-patria","title":"Um homem sem pátria","description":"\u003cp\u003e«\u003cem\u003eUm Homem sem Pátria\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003eé como que uma versão, escrita para adultos, do\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003ePrincipezinho\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003edo século XXI.» John Freeman\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eUm Homem Sem Pátria\u003c\/em\u003e, o primeiro livro do autor desde 1999, demonstra que Kurt Vonnegut permanece entre os grandes nomes da literatura norte‑americana contemporânea.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComposto por curtos ensaios, generosamente ilustrados com desenhos assinados pelo autor,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eUm Homem Sem Pátria\u003c\/em\u003e revela‑nos um Vonnegut vociferante de indignação e, ao mesmo tempo, em afectuosa comunicação com os seus compatriotas americanos. O autor dá voz ao seu entusiasmo por manifestações humanas tão diversas como os\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eblues\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eou o empenho desinteressado dos bibliotecários.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas, sobretudo, dá voz ao seu desgosto face àquilo que diagnostica como a subversão do processo democrático propiciada pelo governo de George W. Bush, denuncia as «personalidades psicopáticas» dessa administração e reflecte sobre a corrupção e os recentes escândalos corporativos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm registo por vezes humorístico, outras vezes ato\u003cspan class=\"morecontent\"\u003ermentado, e sempre, sempre inconformado. Eis o mote: «Não há razão para que o bem não possa triunfar sobre o mal, basta que os anjos se organizem mais ou menos como a máfia.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv class=\"sobre-o-autor-bio\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eKurt Vonnegut \u003c\/strong\u003enasceu em Indianápolis, nos Estados Unidos, em 1922. É autor de trinta romances, vários ensaios e peças de teatro, muitos dos quais com adaptações ao cinema e à televisão. É um dos poucos grandes mestres da literatura norte-americana contemporânea. Morreu no dia 11 de Abril de 2007.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Tinta da China","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53407642026250,"sku":null,"price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Um_Homem_sem_Patria.png?v=1784722096"},{"product_id":"novo-estado-novo","title":"Novo Estado Novo","description":"\u003cp\u003eNove (9) contos sobre uma realidade, não tão alternativa assim, em que a extrema-direita governa Portugal no fim da década de 20 do séc. XXI. Estamos a caminho. Ler isto ajuda a perceber o resto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMário Conde, João Meirinhos, Helena Carla Gonçalo, Maria Almeida, Francisco Costa, Diana Carriço, Carolina Fidalgo, Margarida Azevedo, Helena Pinho.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Traça","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53420361154826,"sku":null,"price":14.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Novoestadonovo.jpg?v=1784808623"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/collections\/metade_do_mundo_sao_mulheres.jpg?v=1784911996","url":"https:\/\/www.malditalivraria.com\/collections\/ferias-2026.oembed","provider":"Maldita Livraria","version":"1.0","type":"link"}