{"title":"Miguel Esteves Cardoso","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955)\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra - que inclui livros como \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"1546\" data-start=\"1526\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"1567\" data-start=\"1548\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e e \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"1587\" data-start=\"1570\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e - evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"as-minhas-aventuras-na-republica-portuguesa","title":"As minhas aventuras na república portuguesa","description":"\u003carticle class=\"text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [\u0026amp;:has([data-writing-block])\u0026gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)\" dir=\"auto\" data-turn-id=\"438b61e6-7b35-48c3-8ccb-e23caad5552b\" data-testid=\"conversation-turn-1\" data-scroll-anchor=\"false\" data-turn=\"user\" tabindex=\"-1\"\u003e\u003c\/article\u003e\n\u003carticle class=\"text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [\u0026amp;:has([data-writing-block])\u0026gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]\" dir=\"auto\" data-turn-id=\"request-WEB:a9ca2421-e477-4927-b02f-c43006c2d515-1\" data-testid=\"conversation-turn-4\" data-scroll-anchor=\"false\" data-turn=\"assistant\" tabindex=\"-1\"\u003e\n\u003cdiv class=\"text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:--spacing(4)] thread-sm:[--thread-content-margin:--spacing(6)] thread-lg:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)\"\u003e\n\u003cdiv class=\"[--thread-content-max-width:40rem] thread-lg:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group\/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn\" tabindex=\"-1\"\u003e\n\u003cdiv class=\"flex max-w-full flex-col grow\"\u003e\n\u003cdiv data-message-author-role=\"assistant\" data-message-id=\"0f456f93-0bd3-4146-be6d-2abec1d9b398\" dir=\"auto\" class=\"min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+\u0026amp;]:mt-1\" data-message-model-slug=\"gpt-5-1\"\u003e\n\u003cdiv class=\"flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]\"\u003e\n\u003cdiv class=\"markdown prose dark:prose-invert w-full break-words dark markdown-new-styling\"\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003e2006. Esgotado nas outras livrarias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eA experiência do autor, Miguel Esteves Cardoso, durante os anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, que depôs a ditadura do Estado Novo em Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eO livro mistura memórias pessoais com uma análise crítica da sociedade portuguesa pós-revolução. Uma visão satírica e desapegada das mudanças políticas e culturais que o país atravessava. Cardoso escreve sobre a sua vivência da democracia nascente, as ilusões e desilusões da nova República, e os embates da vida quotidiana com um olhar atento aos aspectos mais contraditórios da sociedade portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eCom humor, ironia e uma boa dose de sarcasmo, o autor consegue ilustrar, de forma única, as complexidades de um país em pleno processo de transformação, ao mesmo tempo que examina os dilemas e as perplexidades do indivíduo perante as grandes mudanças históricas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eImperdível.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1017\" data-end=\"1839\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. A sua obra, que inclui livros como \u003cem data-end=\"1404\" data-start=\"1387\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e, \u003cem data-end=\"1426\" data-start=\"1406\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-end=\"1474\" data-start=\"1429\"\u003eAs Minhas Aventuras na República Portuguesa\u003c\/em\u003e, combina humor, sensibilidade e uma notável capacidade de observação. Nos últimos anos, a sua escrita tornou-se mais depurada. Um dos grandes cronistas do tempo presente.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/article\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52137404694794,"sku":"2026-MDT-VST-22","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/asminhasaventurasnarepublicaportuguesa.jpg?v=1763463548"},{"product_id":"ultimo-volume","title":"Último volume","description":"\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003e2001. Esgotado nas outras livrarias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003eLivro que reúne textos breves, crónicas e reflexões que revelam a maturidade literária e emocional de um dos autores mais singulares da escrita portuguesa contemporânea. A aparente leveza do formato - textos curtos, muitas vezes motivados pela observação do quotidiano - esconde uma precisão rara, quase cirúrgica, no modo como o autor pensa o amor, o tempo, a amizade e a perda. \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003eMEC escreve com a simplicidade de um olhar muito atento, que filtra o mundo à procura do essencial. O tom é íntimo, sem ser óbvio. Pequenos espelhos, onde cada leitor tem a oportunidade de se reconhecer uma forma particular de melancolia ou alegria, com uma honestidade desarmante.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003eEste é um livro sobre o quotidiano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"1706\" data-start=\"1094\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. A sua obra, que inclui livros como \u003cem data-start=\"1387\" data-end=\"1404\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1406\" data-end=\"1426\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1429\" data-end=\"1474\"\u003eAs Minhas Aventuras na República Portuguesa\u003c\/em\u003e, combina humor, sensibilidade e uma notável capacidade de observação. Nos últimos anos, a sua escrita tornou-se mais depurada. 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Crónicas em que o autor transforma o simples gesto doméstico, objecto banal, silêncio partilhado, num espaço de revelação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\" data-end=\"667\" data-start=\"63\"\u003e\u003cem\u003e«Não há nada que me aconteça que não fique melhor por acontecer contigo.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"667\" data-start=\"63\"\u003eLonge da ironia dos seus primeiros anos, escreve com uma ternura adulta, uma atenção absoluta à fragilidade do tempo vivido a dois. Uma forma de agradecer a persistência da vida em comum.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e\"O que quero é fazer o elogio do amor puro. \u003cbr\u003eParece-me que já ninguém se apaixonade verdade. \u003cbr\u003eJá ninguém quer viver um amor impossível. \u003cbr\u003eJá ninguém aceita amar sem uma razão.\"\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. 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Breves narrativas e reflexões que expõem o lado selvagem, imperfeito e profundamente humano do desejo. O amor como falha, impulso, engano, alegria súbita, destruição e salvação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\"\u003eLinguagem afiada, íntima. Humor negro, ternurento. Aquilo que nos torna ridículos quando amamos ]e aquilo que nos torna nobres quando somos capazes de continuar a amar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\" style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e«O amor é fodido porque, quando é a sério, nunca nos deixa inteiros.» \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\"\u003eAmar é sempre perder alguma coisa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\"\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. 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Deveria ser proibido, fora de feiras e romarias. Bem vistas as coisas, também deveriam ser proibidas as feiras e as romarias, porque já está demonstrado que encorajam o contacto entre as pessoas. […]\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\"\u003e\u003cspan\u003eMas não divaguemos porque há muito para desbastar. Por exemplo, aqueles pedintes que, em vez de apresentar oralmente o seu apelo, no estilo tradicional, produzem um extenso texto miserabilista, escrito em português ilegível, a dizer que já estiveram melhor e que praticamente estão como hão-de ir. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\"\u003e\u003cspan\u003eAquelas senhoras que sabem os nomes de todos os bolos e fazem gala disso. Em vez de apontar com o dedo, para a montra, como os mortais comuns que têm mais que fazer, começam a recitar as suas cabalas maçónicas.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\" style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cspan\u003e«Um jesuíta, uma margarida, um charleston, um torno-mecânico-de-seis-bicos, um berimbau, um gonzaguinha e dois pastéis de nata.» Miguel Esteves Cardoso\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1186\" data-end=\"1723\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Na nossa, faz parte do pasmo.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eO já agora, e a variante popular \"Já que estás com a mão na massa…\", significam a forma particularmente portuguesa do desejo. Os portugueses não gostam de dizer que querem as coisas. Entre nós, querer é considerado uma violência. Por isso, quando se chega a um café, diz-se que se queria uma bica e nunca que se quer uma bica. Se alguém oferece, também, uma aguardente, diz-se: \"Já agora…\". Tudo se passa no pretérito, no condicional, na coincidência.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Acontece que ninguém o fez como ele. O talento de quem tem muito talento é esse: nós já nos vimos envolvidos naquela situação, já ouvimos alguém que fala daquela maneira, já sentimos aquele tipo de indignação por qualquer coisa, mas só ao lermos as palavras de quem sabe escrever muito bem, como o Miguel, é que concluímos o nosso pensamento. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eComo se ele viesse fechar o portão daquele assunto, para nos podermos cansar com outro. Porque alguém conseguiu finalmente traduzir o que sempre sentimos mas nunca conseguimos explicar. Conseguiu que a frase fosse enxuta até ser só o que se pedia dela. Esteve sempre à frente dos nossos olhos, a uma mão de distância, mas só ele é que a conseguiu agarrar, e teve a generosidade de a pôr por escrito para nos mostrar e nos inquietar. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eE, ao fazê-lo, teve a delicadeza de nunca querer brilhar mais do que aquilo que o pensamento tinha para dizer. Essa é a mais eficaz das armas nesse tiro ao alvo que é escrever. E é também a mais difícil.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra - que inclui livros como \u003cem data-start=\"1526\" data-end=\"1546\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1548\" data-end=\"1567\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1570\" data-end=\"1587\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e - evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bertrand Editora","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52189405774090,"sku":"2026-MDT-LVR-251","price":12.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Amores_e_saudades_de_um_portugus_arreliado.jpg?v=1763978308"},{"product_id":"as-melhores-cronicas-de-amor","title":"As melhores crónicas de amor","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eMiguel Esteves Cardoso escreveu num dos textos que compõem este livro que é comum dizer-se que não há amor como o primeiro. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros (quase todos), mas não há amor como o primeiro. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003ePara MEC, é o primeiro amor o único que estraga o coração e o deixa estragado. Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «alto e pára o baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos que se discutem e debatem. Todos eles dão maior prazer do que o primeiro.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eÉ nestas crónicas sobre os primeiros amores, as paixões, os namoros, os ciúmes, os casamentos, os piropos, a tristeza, o ódio, as almas gémeas, ou, simplesmente, sobre o amor - até porque, para MEC, tudo o que de bom por amor foi dito precisa de ser dito outra vez - que encontramos muitas das mais memoráveis páginas - daquelas que se enviam às pessoas de quem se gosta - de um dos maiores escritores de língua portuguesa.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Estas são algumas daquelas que mais vezes foram fotocopiadas e coladas em cadernos ou roupeiros, as que motivaram mais telefonemas, discussões, namoros e até casamentos, as que vezes sem conta foram enviadas por e-mail e partilhadas nas redes sociais, por nos terem feito rir ou chorar - por, ao lê-las, termos sentido, como só MEC nos faz sentir, que «é mesmo isto».\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eHá quatro décadas que MEC escreve sobre ele e sobre todos nós, sobre o que Portugal é ou poderia ser, pondo no papel tanto o que nunca nos passaria pela cabeça, como aquilo que sentimos mas seríamos incapazes de expressar tão bem quanto ele, o nosso melhor cronista e aquele que foi o primeiro influenciador do país, antes mesmo de se falar em influenciadores.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eNestas páginas, estão os nossos sentimentos, da angústia ao amor, do espanto à saudade; está um universo próprio, cheio de ideias, entusiasmos, certezas, inquietações, ambiguidades e até contradições (no fundo, um universo como o de cada um de nós), mas estão também, e sobretudo, o talento, a inteligência e o humor de um dos maiores escritores que a língua portuguesa já conheceu.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"wells\"\u003e\n\u003cdiv class=\"wells\"\u003e\n\u003cdiv class=\"right-text\" id=\"productPageSectionPressCriticism-comment\"\u003e«MEC é um erudito que exerce o seu pensamento com o mais brilhante humor. Como um génio que sabe rir.» \u003ci\u003eValter Hugo Mãe\u003c\/i\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"right-text\"\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"right-text\"\u003e«MEC conseguiu, numa arte que nasce para ser efémera — afinal, ninguém se ri da mesma piada duas vezes – manter a graça mesmo quando já se perdeu a surpresa. Agora que foi publicada uma nova seleção, As 100 Melhores Crónicas (na Bertrand, que também reedita Como é Linda a Puta da Vida e O Amor é Fodido) é possível prová-lo. MEC é um escritor extraordinário que conseguiu, sem entrar em guerrilhas ideológicas, transformar uma doutrina num estilo e um argumento numa demonstração. »\u003cbr\u003e\u003ci\u003eCarlos Maria Bobone, Observador\u003c\/i\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"right-text\"\u003e\u003ci\u003e\u003c\/i\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"right-text\" id=\"productPageSectionPressCriticism-authorName\"\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955)\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Voltar a elas é começar por voltar à tua história com a Maria João. A primeira página deste livro, saberás bem, é da craveira de um mestre, não se lhe pode apontar sequer um esmorecimento no ímpeto, no génio. É uma página perfeita e condensa tudo quanto te define: a graça brava mesmo perante o que nos emudece. O pensamento desconcertante porque sincero, em todo o esplendor da fúria e da vulnerabilidade, como se deveria escrever cada palavra quando se quer Literatura. Não é de coisas poucas que se faz a tua atenção. Estiveste sempre ocupado com uma desarmante crítica do lugar-comum. Fizeste invariavelmente caminho pelo sulco da ferida mais genuína, sem medo de dizer. O teu medo foi apenas o de não haver saída. Para dizer, nunca te faltou coragem.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eMaravilhei-me mil vezes contigo. Fui mil vezes mais motivado perante tantas agruras por te ler. Quis mil vezes não morrer por fazeres com que valesse a pena mais um risco no amor e mais um sorriso. Estou tão à-vontade para dizer isto. Não me deves nada, não esperas nada de mim. (…) E eu nunca esperei de ti senão um novo livro, uma nova crónica, quem sabe o regresso à direcção de uma revista? (…) Foste incrivelmente mais importante para mil rapazes e mil raparigas como eu do que imaginas. És incrivelmente mais importante do que imaginas.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ci\u003eDo prefácio de Valter Hugo Mãe\u003c\/i\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra - que inclui livros como A Causa das Coisas, Os Meus Problemas e O Amor é Fodido - evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/p\u003e","brand":"Bertrand Editora","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52189466820874,"sku":"2026-MDT-LVR-248","price":17.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Como_e_linda_a_puta_da_vida.jpg?v=1763978308"},{"product_id":"o-amor-e-fodido-1","title":"O amor é fodido","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003e«O sobressalto começa no título. Mesmo o leitor menos experiente suspeita que, embora escritores de todos os tempos e lugares se tenham dedicado a tentar definir o amor, talvez seja improvável que alguém alguma vez tenha optado por terminar uma frase começada pela expressão «o amor é» com a palavra «fodido». O amor costuma ter, apesar de tudo, boa imprensa - o que, pensando bem, é incompreensível. Dizer que o amor é fodido é, finalmente, tratá-lo como ele merece. É resumir, para quem não quer perder tempo com eufemismos eruditos, a etimologia da palavra paixão.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eMas talvez O Amor É Fodido seja menos uma história do que uma tese. Uma sugestão acerca de um modo de falar. Uma hipótese sobre o modo de lidar, literariamente e não só, com o amor. Uma proposta que questiona se será apropriado descrever uma doença aterradora com metro e rima e que propõe, por isso, uma espécie de antilirismo. Ou, talvez mais exatamente, um lirismo antilírico. De acordo com esta tese, dizer que o amor é fogo que arde sem se ver é que é obsceno. Notar que é fodido é mera candura.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eDo prefácio de Ricardo Araújo Pereira\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Foram dezenas de cartas de Miguel para Carlos, que morava na Vila Berta, em Lisboa, e nenhuma de Carlos para Miguel, desterrado em Manchester. Mas MEC, então como hoje, nunca parou de escrever, porque sempre soube ser esse o seu destino. E muito daquilo por que viria a ser reconhecido estava já nas missivas que compõem este livro e que se mantiveram inéditas durante quase meio século.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eNestas páginas, que poderiam representar um primeiro volume da autobiografia de Miguel Esteves Cardoso, o autor confessa o inconfessável, como apenas entre amigos se faz, para lá de exercitar o pensamento, a retórica e a excentricidade que, percebe-se aqui, sempre o distinguiram. Em Cartas para a Vila Berta estão a obsessão com a foleirice, a crueldade juvenil em relação à miséria dos outros, o gosto por ser discriminatório, as opiniões políticas controversas, de Salazar a Mussolini, o início da colaboração com jornais, uma entrevista a Leonard Cohen, um passeio pela Escócia, o desprezo por quase todos os autores portugueses, o terror quanto a uma possível paternidade com uma senhora irlandesa, o gosto por gastar dinheiro, por álcool e anfetaminas, o casamento com a mãe das filhas e o nascer de uma irreprimível paixão por Portugal, entre muitos outros temas.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eEsforçando-se por ir às aulas e lutando para, aos 21 anos, organizar a sua poesia completa, fruto da seleção dos melhores poemas de onze livros (à data de hoje, todos inéditos), Cartas para a Vila Berta pode ser lido também como um brilhante romance de formação sobre a obsessão de um jovem por outro. Marcado por grande liberdade formal, e escrito em jeito de diário, nele se acompanha o jovem Miguel Cardoso, as suas angústias e confissões, bem como uma enorme vontade de regresso e desforra.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Li Os Meus Problemas de ponta a ponta, acabando por nomear dezoito. Após várias releituras, consegui atribuir o prémio a «A felicidade». Os motivos que me levaram à escolha são variados, mas julgo que o factor decisivo foi o ter descoberto que existia alguém na minha pátria com a ousadia suficiente para se declarar feliz. Os portugueses de quem o Miguel nos fala são analisados com ternura, o que exige um tipo de prosa diferente da usada pelos intelectuais lusos obcecados com a questão da identidade nacional. Ele nunca teve de viver dentro de um labirinto da saudade, não foi obrigado a sentir medo de existir, nem se entregou à autoflagelação.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eA certa altura, o Miguel conseguiu escapar ao destino de um professor catedrático para se instalar na menos prestigiada profissão de jornalista. Foi uma escolha acertada. Nos jornais é hoje clara a divisão entre a época pré-MEC e a pós-MEC. Por outro lado, o que escreve sobrevive ao tempo, o que deve estar ligado ao facto de nunca se ter interessado pela conjuntura política. O que o fascina é o quotidiano.»\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eDo prefácio de Maria Filomena Mónica\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. 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Como é que faço?\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eTentei responder, das mais variadas maneiras, mas o tempo nunca chega para explicar.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eEra preciso um livro.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eÉ este o livro.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra - que inclui livros como \u003cem data-start=\"1526\" data-end=\"1546\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1548\" data-end=\"1567\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1570\" data-end=\"1587\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e - evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bertrand Editora","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52189493199114,"sku":"2026-MDT-LVR-244","price":17.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Como_escrever.jpg?v=1763978309"},{"product_id":"independente-demente","title":"Independente demente","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eAs crónicas de O Independente nunca publicadas em livro. Com prefácio de Paulo Portas e posfácio de MEC.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eComo sobreviveram as ideias veiculadas por MEC, há mais de 30 anos, nas suas muito aguardadas crónicas no semanário O Independente? O autor está hoje perto dos 70 anos, mas, naquela altura, antecipava que, à conta de perdas de tempo, chegaria aos 60 vivendo apenas 30. E, embora já fizesse previsões e promessas, também já dizia que o que lhe valia eram os restaurantes e o amor.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eO que terá dito MEC, em 1989, sobre a fatwa decretada pelo Ayatollah Khomeini contra Salman Rushdie? E como terá sido a carta que dedicou a Álvaro Cunhal, dois anos depois, que começa com «Meu caro camarada» e termina com «um abraço, do seu admirador e amigo Miguel»? Sabia que, nesse mesmo ano de 1991, «o ano da depressão», Miguel Esteves Cardoso sonhou com a prisão de Paco Bandeira, 21 anos antes de este ter sido condenado por violência doméstica? E o que sabe de geografia? Sabia que Belize é a terra de Álvaro Size? Ou Burundi, a terra imundi? Ou ainda que a Suíça é o país da feijoca e da chouriça? E o que sabe da porno-toponímia internacional? Fique a saber tudo isso, bem como as 101 promessas de MEC para o ano de 1992, neste Independente Demente.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bertrand Editora","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52189496574218,"sku":"2026-MDT-LVR-243","price":18.8,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Independentemente.jpg?v=1763978310"},{"product_id":"escritica-pop","title":"Escrítica Pop","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003ePela primeira vez, a edição completa de uma das mais icónicas obras de Miguel Esteves Cardoso, com dois livros num só: Escrítica Pop e O Ovo e o Novo. \u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e«Aconselho os leitores a lerem um dos textos do livro: \"Como Ser Um Crítico de Rock - Um Guia Prático\", publicado em 1981 na revista Música \u0026amp; Som.  É delicioso, ainda agora, lê-lo e imaginar a cara de muitos dos que na época escreviam sobre música e pensar, até, como o que lá está escrito se mantém ainda hoje tão verdadeiro, não apenas na música, mas também em muitas outras coisas. Outro texto incontornável, antes de sermos arrastados nas páginas seguintes para a voragem dos anos 80, é \"O Livro Negro da Música Pop: Os Piores de ‘70\". \u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003ePor falar nos anos 70, esta nova edição da Escrítica Pop redescobre um texto pouco conhecido de Miguel Esteves Cardoso, que é verdadeiramente um dos melhores guias musicais que conheço: \"O Ovo e O Novo - (Uma) Discografia Duma Década de Rock, 1970-1980\".» Do prefácio de Manuel Falcão\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra - que inclui livros como \u003cem data-start=\"1526\" data-end=\"1546\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1548\" data-end=\"1567\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1570\" data-end=\"1587\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e - evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bertrand Editora","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52189500735754,"sku":"2026-MDT-LVR-242","price":24.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Escritica_Pop.jpg?v=1763978309"},{"product_id":"a-causa-das-coisas","title":"A causa das coisas","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003e1986. Esgotado nas outras livrarias.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e«Há uma instituição portuguesa que é única no mundo inteiro. É o já agora. Noutras culturas, tratar-se-ia de um pleonasmo. Na nossa, faz parte do pasmo.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eO já agora, e a variante popular \"Já que estás com a mão na massa…\", significam a forma particularmente portuguesa do desejo. Os portugueses não gostam de dizer que querem as coisas. Entre nós, querer é considerado uma violência. Por isso, quando se chega a um café, diz-se que se queria uma bica e nunca que se quer uma bica. Se alguém oferece, também, uma aguardente, diz-se: \"Já agora…\". Tudo se passa no pretérito, no condicional, na coincidência.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra — que inclui livros como \u003cem data-end=\"1546\" data-start=\"1526\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e, \u003cem data-end=\"1567\" data-start=\"1548\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-end=\"1587\" data-start=\"1570\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e — evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52270098383114,"sku":"2026-MDT-VST-1","price":22.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Acausadascoisas.jpg?v=1765880927"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/collections\/221206_abertura2-crop-1670326105-2091x660.jpg?v=1764346595","url":"https:\/\/www.malditalivraria.com\/collections\/miguel-esteves-cardoso.oembed","provider":"Maldita Livraria","version":"1.0","type":"link"}