{"title":"Velhos são os trapos","description":"\u003cp\u003eVão aqui encontrar muita coisa dos gloriosos anos 90. Talvez por sermos enteados dessa década louca em que tudo era possível. Qualquer um está provavelmente esgotado, se não em todas, na maior parte das livrarias: não foram reeditados ou os autores deixaram-se da escrita. Alguns morreram. Outros não. Felizmente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSó trazemos para aqui livros que nunca foram lidos (ou quase). Vais ser o primeiro (ou quase) a abrir a primeira página. Alguns têm dedicatórias, autógrafos, desenhos dos autores. Não mudamos o preço por isso. Alguns estão absolutamente novos. Mas como têm mais de 20 anos, podem ter algumas marcas da idade. Quem não as tem?\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"quatro-entrevistas-com-george-steiner","title":"Quatro Entrevistas com George Steiner","description":"\u003cp data-start=\"97\" data-end=\"566\"\u003eO livro \u003cem data-start=\"105\" data-end=\"144\"\u003eQuatro Entrevistas com George Steiner\u003c\/em\u003e é um mergulho profundo na mente de um dos mais brilhantes intelectuais do século XX. Filósofo, crítico literário e ensaísta, Steiner sempre teve um olhar aguçado para a cultura, a linguagem e a literatura.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"97\" data-end=\"566\"\u003eNeste livro, as ideias ganham vida por meio de conversas instigantes, nas quais reflete sobre temas como a relação entre poder e conhecimento, a importância da tradição literária e os desafios da modernidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"568\" data-end=\"934\"\u003eAo longo das entrevistas, Steiner discute a centralidade da linguagem na construção do pensamento humano, abordando desde os clássicos da literatura até as transformações culturais do mundo contemporâneo. Ao mesmo tempo sofisticado e acessível, permite que o leitor acompanhe as suas reflexões com clareza, mesmo quando aborda conceitos complexos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"936\" data-end=\"1358\"\u003eO que torna \u003cem data-start=\"976\" data-end=\"1015\"\u003eQuatro Entrevistas com George Steiner\u003c\/em\u003e especial é a paixão evidente que ele tem pelo conhecimento. Cada resposta é uma aula, repleta de referências filosóficas e literárias, mas também de uma visão crítica sobre o papel da cultura na sociedade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"936\" data-end=\"1358\"\u003ePara Steiner, ler e interpretar textos não é apenas um exercício intelectual, mas um ato essencial para compreender a condição humana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1360\" data-end=\"1630\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003eLivro indispensável para quem se interessa. Para se sentir desafiado e inspirado, recordados da importância do pensamento profundo num mundo cada vez mais superficial.\u003c\/p\u003e","brand":"VS Editores","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50837243789578,"sku":"","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/500x_f65bb92d-8c8b-40f9-accb-468f51d88364.jpg?v=1742577252"},{"product_id":"a-ideia-de-europa","title":"A ideia de Europa","description":"","brand":"Relógio D'Água","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":51010905932042,"sku":"","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Screen-Shot-2017-02-02-at-16.11.48.webp?v=1757344342"},{"product_id":"homens-aranhas","title":"Homens Aranhas","description":"\u003cp data-end=\"631\" data-start=\"72\"\u003eFábula urbana que expõe, com ironia sombria e precisão, a fragilidade humana num mundo onde o medo se tornou rotina. A história acompanha um grupo de homens ameaçados pelo quotidiano, pela cidade e por si próprios. O absurdo instala-se devagar, como numa notícia demasiado verosímil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1242\" data-start=\"633\"\u003eO romance funciona como um espelho para uma sociedade que vive entre o pânico e a indiferença, entre a vontade de desaparecer e o desejo de ser vista.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\" data-end=\"1242\" data-start=\"633\"\u003e\u003cem\u003e“Quando a realidade começa a parecer um desenho animado, o mais sensato é aprender a andar pelas paredes”, \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1242\" data-start=\"633\"\u003eUma sátira séria, sobre a precariedade emocional, política e social.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e\"Hoje acordei bem disposto. Levei apenas meia-hora a levantar-me. Tomei o pequeno almoço na rua e dirigi-me ao local de trabalho. Enfrentei provas bastante difíceis. Rebentar balões. Um número interminável de balões. \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003eViajei bastante, um pouco por todos os continentes, tendo por arma apenas uma lança, ou, em caso alternativo, uma pistola de dardos com a qual eliminava, um a um, os balões. Poc! Não podia deixar que me tocassem – eram balões tóxicos, ou venenosos, ou coisa do género. Cada vez que me tocavam, eu morria, e só tinha três vidas, por isso não podia deixar que me tocassem. \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003eO país mais difícil foi talvez a Dinamarca, por causa da neve que caía ao mesmo tempo que os balões, confundindo-se com eles. Era uma excitação de gelar o sangue: nunca sabia se o que estava a tocar-me era um balão letal ou apenas um inofensivo floco de neve.\"\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. Em Homens-Aranhas, essa tensão atinge um dos seus pontos mais luminosos: um romance que diverte para poder magoar.\u003c\/p\u003e","brand":"Relógio D'Água","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52131388719370,"sku":null,"price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/homens-aranhas.jpg?v=1763375747"},{"product_id":"vermelho","title":"Vermelho","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eA obra da Mafalda Ivo cruz é feita de livros que se escrevem como quem pinta, como quem esculpe ou arranca de um instrumento as notas que precisa de ouvir. Literatura que tem lá dentro pintura, imagens vivas, que saltam das páginas e se nos atiram aos olhos. Narrativa, por mais que dissolvida, que lança sons (e silêncios) a ferir ouvidos dentro, e que por vezes dança, em selvajaria libertária.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eUm fio condutor entre todas as obras: uma ideia de família ao centro. Solução poética para um equívoco. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eEm \"Vermelho\", temos Tito, que vive num bairro de lata lisboeta de onde se vislumbra o mar. Temos Nina, a mulher, grávida, que pinta a parede da barraca de azul-turquesa. E Lena, outra mulher, o vértice em falta numa arquitectura estruturada sobre trios.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e13 de Maio de 2004 (Jornal Público): \u003cem\u003eO anúncio foi feito ontem à tarde: \"Vermelho\", de Mafalda Ivo Cruz, 45 anos, é a obra vencedora do Grande Prémio de Romance e Novela 2003 da Associação Portuguesa de Escritores (APE), a maior e mais conceituada distinção para a literatura em Portugal.Não foi uma escolha unânime - um dos membros do júri, Maria Isabel Barreno, votou em \"Os Papéis de K\", de Manuel António Pina (Assírio \u0026amp; Alvim). Mas Margarida Braga Neves, Eduardo Prado Coelho, José Carlos Seabra Pereira, Júlio Moreira e José Correia Tavares constituíram a maioria que fez premiar a quarta obra publicada da escritora, a sua mais referêncial, trabalhada e densa narrativa, porventura a mais difícil, mas também uma das mais fulgurantes - o momento da consumação de um universo e de uma voz profundamente originais e intensos. \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong data-start=\"1063\" data-end=\"1083\"\u003eMafalda Ivo Cruz\u003c\/strong\u003e é portuguesa, escritora, tradutora e ensaísta. A sua obra distingue-se pela busca de uma verdade emocional. Em \u003cem data-start=\"1305\" data-end=\"1321\"\u003ePequena Europa\u003c\/em\u003e, confirma-se como uma das vozes mais elegantes e intensas da literatura portuguesa contemporânea. É autora de Um Requiem Português (1995), A Casa do Diabo (2000), O Rapaz de Botticelli (2002, Prémio de Ficção do Pen Clube), Vermelho (2003, Grande Prémio de Romance e Novela da APE de 2004), Emma (2004) e Oz (2006).\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"D. Quixote","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52132150345994,"sku":null,"price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Vermelho-Mafalda-Ivo-Cruz.jpg?v=1779400555"},{"product_id":"dadiva-divina","title":"Dádiva divina","description":"\u003cp\u003eO percurso de Samuel Espinosa, um detective nova-iorquino residente em Nova Iorque que, segundo o autor, é uma homenagem ao filósofo homónimo, neto de portugueses e residente na maior parte do tempo em Amesterdão para onde o seu avô teve que emigrar devido à expulsão dos judeus em Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo bom nova-iorquino, acrescentou, Samuel Espinosa \"não acredita em nada, encontrando-se, curiosamente à procura de Jesus embora sem o saber\", acrescentou.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e(…) vou continuar embrenhado nesta aventura viajante de sabor policial, com detective e tudo, temperada (e não destemperada, como às vezes é marca do autor na TV) pela peculiar a sóbria ironia de Rui Zink, onde o gracejo popular coexiste com as alusões cultas sem exibicionismo. Humor subtil, que marca ou entrecorta uma intriga de espiritualidade (paródica), amor e outros enigmas.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"D. Quixote","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52132399907082,"sku":"2026-MDT-VST-23","price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/dadiva.jpg?v=1763388494"},{"product_id":"as-minhas-aventuras-na-republica-portuguesa","title":"As minhas aventuras na república portuguesa","description":"\u003carticle class=\"text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [\u0026amp;:has([data-writing-block])\u0026gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)\" dir=\"auto\" data-turn-id=\"438b61e6-7b35-48c3-8ccb-e23caad5552b\" data-testid=\"conversation-turn-1\" data-scroll-anchor=\"false\" data-turn=\"user\" tabindex=\"-1\"\u003e\u003c\/article\u003e\n\u003carticle class=\"text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [\u0026amp;:has([data-writing-block])\u0026gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]\" dir=\"auto\" data-turn-id=\"request-WEB:a9ca2421-e477-4927-b02f-c43006c2d515-1\" data-testid=\"conversation-turn-4\" data-scroll-anchor=\"false\" data-turn=\"assistant\" tabindex=\"-1\"\u003e\n\u003cdiv class=\"text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:--spacing(4)] thread-sm:[--thread-content-margin:--spacing(6)] thread-lg:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)\"\u003e\n\u003cdiv class=\"[--thread-content-max-width:40rem] thread-lg:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group\/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn\" tabindex=\"-1\"\u003e\n\u003cdiv class=\"flex max-w-full flex-col grow\"\u003e\n\u003cdiv data-message-author-role=\"assistant\" data-message-id=\"0f456f93-0bd3-4146-be6d-2abec1d9b398\" dir=\"auto\" class=\"min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+\u0026amp;]:mt-1\" data-message-model-slug=\"gpt-5-1\"\u003e\n\u003cdiv class=\"flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]\"\u003e\n\u003cdiv class=\"markdown prose dark:prose-invert w-full break-words dark markdown-new-styling\"\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003e2006. Esgotado nas outras livrarias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eA experiência do autor, Miguel Esteves Cardoso, durante os anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, que depôs a ditadura do Estado Novo em Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eO livro mistura memórias pessoais com uma análise crítica da sociedade portuguesa pós-revolução. Uma visão satírica e desapegada das mudanças políticas e culturais que o país atravessava. Cardoso escreve sobre a sua vivência da democracia nascente, as ilusões e desilusões da nova República, e os embates da vida quotidiana com um olhar atento aos aspectos mais contraditórios da sociedade portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eCom humor, ironia e uma boa dose de sarcasmo, o autor consegue ilustrar, de forma única, as complexidades de um país em pleno processo de transformação, ao mesmo tempo que examina os dilemas e as perplexidades do indivíduo perante as grandes mudanças históricas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"1015\"\u003eImperdível.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1017\" data-end=\"1839\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. A sua obra, que inclui livros como \u003cem data-end=\"1404\" data-start=\"1387\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e, \u003cem data-end=\"1426\" data-start=\"1406\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-end=\"1474\" data-start=\"1429\"\u003eAs Minhas Aventuras na República Portuguesa\u003c\/em\u003e, combina humor, sensibilidade e uma notável capacidade de observação. Nos últimos anos, a sua escrita tornou-se mais depurada. Um dos grandes cronistas do tempo presente.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/article\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52137404694794,"sku":"2026-MDT-VST-22","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/asminhasaventurasnarepublicaportuguesa.jpg?v=1763463548"},{"product_id":"ultimo-volume","title":"Último volume","description":"\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003e2001. Esgotado nas outras livrarias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003eLivro que reúne textos breves, crónicas e reflexões que revelam a maturidade literária e emocional de um dos autores mais singulares da escrita portuguesa contemporânea. A aparente leveza do formato - textos curtos, muitas vezes motivados pela observação do quotidiano - esconde uma precisão rara, quase cirúrgica, no modo como o autor pensa o amor, o tempo, a amizade e a perda. \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003eMEC escreve com a simplicidade de um olhar muito atento, que filtra o mundo à procura do essencial. O tom é íntimo, sem ser óbvio. Pequenos espelhos, onde cada leitor tem a oportunidade de se reconhecer uma forma particular de melancolia ou alegria, com uma honestidade desarmante.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1092\" data-start=\"0\"\u003eEste é um livro sobre o quotidiano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"1706\" data-start=\"1094\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. A sua obra, que inclui livros como \u003cem data-start=\"1387\" data-end=\"1404\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1406\" data-end=\"1426\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1429\" data-end=\"1474\"\u003eAs Minhas Aventuras na República Portuguesa\u003c\/em\u003e, combina humor, sensibilidade e uma notável capacidade de observação. Nos últimos anos, a sua escrita tornou-se mais depurada. Um dos grandes cronistas do tempo presente.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52137463054602,"sku":"2026-MDT-VST-21","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Ultimovolume.jpg?v=1763465235"},{"product_id":"jose-vilhena","title":"José Vilhena (por Rui Zink)","description":"\u003cp\u003eEste álbum recolhe trabalhos de José Vilhena dispersos pelas publicações “A Gaiola Aberta”, “O Fala Barato”, “O Cavaco” e “O Moralista” juntando-lhes uma pintura até agora inédita.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra de José Vilhena reflecte o olhar irónico que estendeu do campo político ao erotismo e, se não poupou as contradições da ditadura, também não o fez com o pós-25 de Abril. A biografia não autorizada dos anos do 25 de Abril foi da quinzenalmente na “Gaiola Aberta”, enquanto a normalização deu lugar aos mensários “O Fala Barato”, “Cavaco” ou “O Moralista”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAos muitos “cartoons” satíricos, o álbum “José Vilhena” adiciona, segundo a editora, “um livro de pintura e desenho”, onde constam retratos “do espírito e da forma, da forma do espírito e do espírito da forma. E, claro, da mulher”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eJosé Vilhena (1927–2015) \u003c\/strong\u003efoi um dos nomes mais singulares e irreverentes da cultura portuguesa do século XX. Artista plástico, ilustrador, escritor e humorista, construiu uma obra marcada pela sátira e crítica social em tempos de censura. As suas caricaturas - imediatas, incisivas e profundamente políticas - atacavam o moralismo, a autoridade e a hipocrisia institucional, valendo-lhe sucessivos problemas com o regime do Estado Novo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eParalelamente, publicou dezenas de livros e revistas de humor gráfico, muitas vezes produzidos de forma artesanal e clandestina, que se tornaram peças de culto. No desenho, cultivava uma linha expressiva e despojada, capaz de reduzir uma figura pública ao seu traço mais vulnerável ou ridículo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVilhena fez da sátira uma forma de resistência e do riso um acto de liberdade. A sua obra continua a ser lembrada pela coragem, pela originalidade e pelo modo como desafiou as convenções políticas e culturais do seu tempo.\u003c\/p\u003e","brand":"Editorial Notícias","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52137518792970,"sku":"2026-MDT-VST-20","price":39.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/300x_4303fb4e-77cb-4e7c-9c6b-861b6049b1ca.webp?v=1763466268"},{"product_id":"a-vida-inteira","title":"A vida inteira","description":"\u003cp data-end=\"667\" data-start=\"63\"\u003eCelebração serena, luminosa e profundamente humana do amor e do quotidiano. Crónicas em que o autor transforma o simples gesto doméstico, objecto banal, silêncio partilhado, num espaço de revelação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\" data-end=\"667\" data-start=\"63\"\u003e\u003cem\u003e«Não há nada que me aconteça que não fique melhor por acontecer contigo.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"667\" data-start=\"63\"\u003eLonge da ironia dos seus primeiros anos, escreve com uma ternura adulta, uma atenção absoluta à fragilidade do tempo vivido a dois. Uma forma de agradecer a persistência da vida em comum.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e\"O que quero é fazer o elogio do amor puro. \u003cbr\u003eParece-me que já ninguém se apaixonade verdade. \u003cbr\u003eJá ninguém quer viver um amor impossível. \u003cbr\u003eJá ninguém aceita amar sem uma razão.\"\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. A sua obra, que inclui livros como \u003cem data-end=\"1404\" data-start=\"1387\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e, \u003cem data-end=\"1426\" data-start=\"1406\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-end=\"1474\" data-start=\"1429\"\u003eAs Minhas Aventuras na República Portuguesa\u003c\/em\u003e, combina humor, sensibilidade e uma notável capacidade de observação. Nos últimos anos, a sua escrita tornou-se mais depurada. Um dos grandes cronistas do tempo presente.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52139598479626,"sku":"2026-MDT-VST-19","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Avidainteira.jpg?v=1763487057"},{"product_id":"o-amor-e-fodido","title":"O amor é fodido","description":"\u003cp data-start=\"62\" data-end=\"583\"\u003eDesmontar, com precisão, as contradições do amor moderno. Breves narrativas e reflexões que expõem o lado selvagem, imperfeito e profundamente humano do desejo. O amor como falha, impulso, engano, alegria súbita, destruição e salvação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\"\u003eLinguagem afiada, íntima. Humor negro, ternurento. Aquilo que nos torna ridículos quando amamos ]e aquilo que nos torna nobres quando somos capazes de continuar a amar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\" style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e«O amor é fodido porque, quando é a sério, nunca nos deixa inteiros.» \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\"\u003eAmar é sempre perder alguma coisa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"585\" data-end=\"1210\"\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003eé escritor, cronista e uma figura marcante da cultura portuguesa desde os anos 1980. Estudou Economia, traduziu, escreveu em diversos jornais e revistas, e assinou algumas das crónicas mais influentes da imprensa portuguesa. A sua obra, que inclui livros como \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"1404\" data-start=\"1387\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"1426\" data-start=\"1406\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e e \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"1474\" data-start=\"1429\"\u003eAs Minhas Aventuras na República Portuguesa\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, combina humor, sensibilidade e uma notável capacidade de observação. Nos últimos anos, a sua escrita tornou-se mais depurada. Um dos grandes cronistas do tempo presente.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52139813339402,"sku":"2026-MDT-VST-18","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Oamorefodido.jpg?v=1763488616"},{"product_id":"a-realidade-agor-a-cores","title":"A realidade agora a cores","description":"\u003cp\u003e1ª edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"408\" data-end=\"968\"\u003eMissão literária: desmontar Portugal (e o mundo, já agora) com um sorriso. O livro estabelece um diálogo entre a ficção e o ensaio, a crónica e o absurdo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cem\u003e\"Rui Zink já nos habitou à sua mordacidade, que aqui explode em muitas ousadias. No tratamento paródico de alguns problemas sociais sérios (os ciganos, o tráfico de órgãos, o Casal Ventoso), que acaba a funcionar como crítica irónica. Mas principalmente nos usos da linguagem, que vai da invenção de novos termos («sacavanear») a «pastiches» de jargões vários. \u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cem\u003eO jornalístico, como em «Penúltima hora», onde a notícia sobre uma bomba num restaurante dá lugar ao vocabulário da crítica culinária, um excurso de propaganda ao menu e ao local, para regressar ao evento trágico; o do literário, como a escrita de Eça de Queiroz, em «Capítulo inédito», apresentado como uma recém-descoberta primeira versão de um excerto de Os Maias, anterior ainda à polémica Tragédia da Rua das Flores. No mínimo, muito divertido.\"\u003c\/em\u003e Helena Barbas, \u003cem\u003eExpresso\u003c\/em\u003e, 21 Novembro 1998\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"Signo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52139944018186,"sku":"2026-MDT-VST-17","price":40.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/A_realidade_agora_a_cores.webp?v=1763489623"},{"product_id":"o-rapaz-de-botticelli","title":"O rapaz de Botticelli","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003ePublicado em 2002, ganhou o Prémio Pen Clube de Ficção. Explora a decadência de um bailarino famoso, utilizando essa história como um meio para refletir sobre diversos temas.\u003c\/span\u003e\u003cspan class=\"uJ19be notranslate\" data-wiz-uids=\"Oiw0rf_14,Oiw0rf_15,Oiw0rf_16\" data-processed=\"true\"\u003e\u003cspan class=\"vKEkVd\" data-animation-atomic=\"\" data-processed=\"true\"\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-start=\"1063\" data-end=\"1083\"\u003eMafalda Ivo Cruz\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e é escritora, tradutora e ensaísta portuguesa. A sua obra distingue-se pela busca de uma verdade emocional. Em \u003c\/span\u003e\u003cem data-start=\"1305\" data-end=\"1321\"\u003ePequena Europa\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, confirma-se como uma das vozes mais elegantes e intensas da literatura portuguesa contemporânea. É autora de Um Requiem Português (1995), A Casa do Diabo (2000), O Rapaz de Botticelli (2002, Prémio de Ficção do Pen Clube), Vermelho (2003, Grande Prémio de Romance e Novela da APE de 2004), Emma (2004) e Oz (2006).\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"D. Quixote","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52140048023818,"sku":"2026-MDT-VST-16","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Orapazdebotticelli.jpg?v=1763490409"},{"product_id":"a-mar-te","title":"A mar te","description":"\u003cp\u003eObra de poesia publicada pela cantora portuguesa Lena d'Água em 1984. Editado pela Ulmeiro. Um documento da história de quem se lembra dela. E gostava dela.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003cstrong\u003eLena d'Água \u003c\/strong\u003eé uma cantora, atriz e autora portuguesa, nascida em Lisboa a 16 de junho de 1956, que se estreou como vocalista da banda Beatnicks em 1976. Destacou-se como vocalista pop nos anos 80 com êxitos como \"Demagogia\" e \"Sempre Que o Amor Me Quiser\", mas também tem uma carreira multifacetada, incluindo projetos para crianças, colaborações de jazz e trabalhos de atriz. Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Intérprete em 2025 e é filha do jogador de futebol José Águas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEstreou-se em 1976 com os Beatnicks, a primeira banda de rock com vocalista feminina em Portugal, tendo antes feito coros para artistas como Marco Paulo. Nos anos 80 tornou-se uma das principais figuras da música pop portuguesa com álbuns como Sem Açúcar (1980), Perto de Ti (1982) e Terra Prometida (1986).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRegressou em 2014 com os álbuns Carrossel (2014) e Desalmadamente (2019), este último com letras de Pedro da Silva Martins, que lhe valeu o Prémio José Afonso e a aclamação do público e crítica.\u003c\/p\u003e","brand":"Ulmeiro","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52140095045898,"sku":"2026-MDT-VST-15","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/L60570.webp?v=1763491554"},{"product_id":"o-surfistas","title":"O surfistas","description":"\u003cp\u003e2001.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAgora com edição em papel, conclui-se uma experiência nova da literatura em Portugal. Este livro interactivo começou em 4 de Junho no portal Clix. E até 31 de Agosto, Rui Zink publicava duas vezes por semana um capítulo. No fim de cada capítulo os e-leitores podiam sugerir as suas alternativas para o avanço da história. Rui Zink deixava algumas portas abertas, hipóteses de continuação, mas, como diz o próprio (JL, 28.11.01) “por vezes os e-leitores trocavam as voltas ao rumo da história. Havia um certo prazer sádico em ver como eu descalçava a bota.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO livro está aí, e Zink diz que o resultado “foi magnífico a todos os níveis”. As ilustrações, incluindo a da capa, onde uma mão salva um CD-rom das águas do oceano (numa homenagem aos “Lusíadas”) são de Manuel João Ramos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"D. Quixote","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52140411257098,"sku":"2026-MDT-VST-14","price":17.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/500_9789722020947_surfistas.jpg?v=1763492813"},{"product_id":"um-requiem-portugues","title":"Um requiem português","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003e1995. 1ª Edição.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eEstamos perante a primeira obra de uma autora portuguesa, cujo nome é sem dúvida a reter, pela rara qualidade do seu discurso ficcional. Sobre um fundo onde se cruzam várias décadas do Portugal deste século, a autora cria uma verdadeira polifonia textual que envolve múltiplas vozes narrativas, num encadeamento que tem tudo de encantatório, movendo-se entre a memória e o sonho, e por vezes avizinhando-se da loucura, sem no entanto perder a referência do real. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eO texto apresenta-se-nos assim como uma labiríntica teia onde a história se vai decifrar, por entre o que emerge como expressão de algo informe e puramente pulsional, e o confronto com a extrema violência do vivido.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong data-end=\"1083\" data-start=\"1063\"\u003eMafalda Ivo Cruz\u003c\/strong\u003e é escritora, tradutora e ensaísta portuguesa. A sua obra distingue-se pela busca de uma verdade emocional. Em \u003cem data-end=\"1321\" data-start=\"1305\"\u003ePequena Europa\u003c\/em\u003e, confirma-se como uma das vozes mais elegantes e intensas da literatura portuguesa contemporânea. É autora de Um Requiem Português (1995), A Casa do Diabo (2000), O Rapaz de Botticelli (2002, Prémio de Ficção do Pen Clube), Vermelho (2003, Grande Prémio de Romance e Novela da APE de 2004), Emma (2004) e Oz (2006).\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Editorial Presença","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52140688998666,"sku":"2026-MDT-VST-13","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Um_requiem_portugu_s_Mafalda_Ivo_Cruz__1.jpg?v=1763495043"},{"product_id":"a-casa-do-diabo","title":"A casa do diabo","description":"\u003cp\u003e2001. 1ª Edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm homem debate-se, como todos os homens, com a sombra do seu pai. Dele, e do pai, não chegaremos nunca a saber tudo, tal como nunca se chega a saber tudo a respeito e de ninguém.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma mulher dorme, depois acorda. Também ela possuída por uma violência surda feita de memórias de que não chega a ter totalmente consciência. Ambos vivem como cegos. Já que todos vivemos assim e é a nossa condição. A ficção tenta abarcar essa solidão da noite que é preciso atravessar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTenta, ao tentar dar-lhe uma estrutura narrativa, pensar a narrativa, pensar a noite. Embora saiba que nunca poderá ir mais longe que a metáfora. E que só as palavras o barulho, o som, eventualmente a música, poderão pretender ser realidade «criada». Ou seja: antes disto havia tudo isto. Depois disto, desta tentativa de «narrar», continuará a haver a mesma coisa, a noite. Uma noite cuja essência escapa para sempre. Uma noite mais vasta, indiferente a tudo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEstas vozes que saem da noite, talvez se tornem «reais», por um instante. Talvez até fiquem, como uma «realidade particular». Mas não definem nada. Nem há verdadeiramente julgamentos de valor. Porque tanto a autora como os personagens sabem, cada um na sua subjectividade, que tudo isso é vão. \u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cem\u003e«Retomaria o tema das insidiosas condicionantes mentais do Antigo Regime, reflectidas em equívocos familiares prolongados ao longo de gerações, n’ A Casa do Diabo (2000), “a casa colectiva onde habitam memórias, sonhos, frustrações, tudo o que herdamos e tudo o que projectamos”. O livro é dedicado à pianista Ana Jacobetty, amiga de infância da autora, e é precisamente pautado por uma nostalgia dos primeiros anos de vida, “o único tempo que vivemos de forma total”.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1083\" data-start=\"1063\"\u003eMafalda Ivo Cruz\u003c\/strong\u003e é escritora, tradutora e ensaísta portuguesa. A sua obra distingue-se pela busca de uma verdade emocional. Em Pequena Europa, confirma-se como uma das vozes mais elegantes e intensas da literatura portuguesa contemporânea. É autora de Um Requiem Português (1995), A Casa do Diabo (2000), O Rapaz de Botticelli (2002, Prémio de Ficção do Pen Clube), Vermelho (2003, Grande Prémio de Romance e Novela da APE de 2004), Emma (2004) e Oz (2006).\u003c\/p\u003e","brand":"D. Quixote","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52140749193482,"sku":"2026-MDT-VST-12","price":17.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/image.webp?v=1763495735"},{"product_id":"a-instalacao-do-medo","title":"A instalação do medo","description":"\u003cp\u003e2012. 1ªEdição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDois homens batem à porta. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e«Bom dia, minha senhora, viemos para instalar o medo. E, vai ver, é uma categoria».\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cdiv style=\"text-align: right;\"\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«O texto de Rui Zink, leitura mais que recomendável por estes dias, é avassalador como nos coloca, de forma por vezes quase ridícula, perante o modo como aceitámos as mecânicas de construção do medo. O “instalador do medo” surge em casa como um qualquer técnico de TV ou de telecomunicações que nos vai instalar um serviço generalizado. É desconcertante, mas é o perfeito retrato do que somos.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePaulo Mendes Pinto, Visão\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Desmascarando a estrutura ideológica que nos rodeia – e não há muitas pessoas que o consigam fazer como ele – Rui Zink conseguiu um texto magnífico.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIrmtraud Gutschke, Neues Deutschland\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Seco, cru, o livro arrisca na fórmula e é eficaz no efeito. No mesmo fôlego da escrita, o leitor entra na espiral construída por Rui Zink, sente o incómodo, sente-se vítima.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIsabel Lucas, Público\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv style=\"text-align: left;\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Teodolito","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52141658571018,"sku":"2026-MDT-VST-11","price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Ainstalacaodomedo.webp?v=1763506038"},{"product_id":"luto-pela-felicidade-dos-portugueses","title":"Luto pela felicidade dos portugueses","description":"\u003cp\u003e2012. 1ª Edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm livro de auto-ajuda para tempos difíceis.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«O amor tornara-nos especiais, o dia-a-dia remete-nos brutalmente de volta à nossa condição mediana.»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eIrónico, já se sabe, e verdadeiro (também já se sabe). Entre os jogos dos afectos e desafectos, da conjugalidade normal e da loucura mansa deste povo à beira-mar pasmado, Rui Zink luta seriamente contra a morte da capacidade de nos pensarmos e de rirmos de nós próprios e da nossa vidinha.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEis um livro que recolhe textos curtos, dos mais emblemáticos que tem escrito, e sempre, sempre, ao lado do povo:\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e«Decididamente, Portugal dá-se mal com a doce vida. A sesta, o fim-de-semana, as férias, são apenas a expressão de uma verdade que devia ser evidente: nós não nascemos para trabalhar, nascemos para viver. Viver bem, se possível. Na democracia original, a grega, havia dois grupos: o dos cidadãos e o dos escravos. A felicidade começa quando uma pessoa tem as suas ideias claras: e, com franqueza, não é melhor ser filósofo do que escravo?»\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"Quasi","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52144023175434,"sku":"2026-MDT-VST-10","price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/1507-1_bc332cea-32ee-4e65-9565-58c505bb11b8.jpg?v=1764079169"},{"product_id":"hotel-lusitano","title":"Hotel Lusitano","description":"\u003cp\u003e1986. 1ª Edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eQuase 40 anos após a primeira edição, só a citação de Eça envelheceu mais de um século neste resumo. \u003cem\u003eHotel Lusitano\u003c\/em\u003e continua a retratar-nos por inteiro e, se algumas rugas de expressão tiver, só lhe dão mais charme: são do sorriso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOs quartos terão agora televisão, haverá um terraço-bar na cobertura, como observa, no prefácio à presente edição, esse americano que quase poderia ser protagonista chamado Richard Zenith. Mas neste \u003cem\u003eHotel Lusitano\u003c\/em\u003e, o primeiro romance de Rui Zink, continuamos em casa, ao espelho.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"Europa América","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52150158197002,"sku":"2026-MDT-VST-9","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/hotel-lusitano_1.jpg?v=1763627694"},{"product_id":"o-anibaleitor","title":"o Anibaleitor","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eUm jovem que, fugido à «guarda do reino», embarca numa viagem em busca de um mítico e fabuloso animal, Anibaleitor. Livro de aventura da leitura. Ao mesmo tempo, divertido, didáctico, comovente e, como sempre, estimulante.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eNós lemo-lo de um fôlego.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"Teorema","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52150213181706,"sku":"2026-MDT-VST-8","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/O_Anibaleitor_Rui-Zink.jpg?v=1763632596"},{"product_id":"apocalipse-nau","title":"Apocalipse Nau","description":"\u003cp\u003e1996. 1ª Edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eUma família banal, perante a iminência do fim do mundo. Um retrato da vida conjugal, do seu desencanto, com uma certa crueldade e ironia à mistura. É a vivência da não tão sagrada família descrita pelo autor.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong data-end=\"1256\" data-start=\"1244\"\u003eRui Zink\u003c\/strong\u003e, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. \u003c\/p\u003e","brand":"Europa América","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52150562324746,"sku":"2026-MDT-VST-7","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/apocalipse-nau.jpg?v=1763637564"},{"product_id":"ficcoes-cientificas-e-fantasticas-manuel-jao-vieira-contos","title":"Ficções científicas \u0026 fantásticas","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eAntologia inédita com nove contos de autores portugueses , que aceitaram o desafio de escrever nas áreas da Literatura Fantástica e de Ficção Científica. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eClara Pinto Correia, Luísa Costa Gomes, Manuel João Vieira, Miguel Vale de Almeida, Rui Zink, Miguel Neto, David Soares, João Barreiros e Luís Filipe Silva são os nomes presentes. Saíu juntamente com o Jornal Público. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eNunca me esqueci do \"moscardo octópode\" do Manuel João Vieira. Ainda estou a recuperar da Clara Pinto Correia. Ainda voltarei a ela.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003ePara experimentar os verdadeiros limites da imaginação\u003c\/span\u003e\u003cspan style=\"font-size: 0.875rem;\"\u003e. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"font-size: 0.875rem;\"\u003ePara jovens e adultos.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Chimpanzé Intelectual","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52150633955594,"sku":"2026-MDT-VST-6","price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Acr1095809_7f614259-0509-428f-b06c-2d94431ea4e3.png?v=1763983029"},{"product_id":"a-minha-andorinha","title":"A minha andorinha","description":"\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\"\u003e\u003cspan\u003eNão há nada pior que um ajuntamento espontâneo de populares. Juntam-se muito neste país. É para ver quem morreu ou para espancar um desgraçado que matou os filhos e as galinhas. É para jogar à vermelhinha ou para comprar Lacostes da treta que, em vez de um crocodilo, têm um sardão das Berlengas. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\"\u003e\u003cspan\u003eÀ mínima desculpa os populares, que estão maçados e anseiam distracção, juntam-se. Deveria ser proibido, fora de feiras e romarias. Bem vistas as coisas, também deveriam ser proibidas as feiras e as romarias, porque já está demonstrado que encorajam o contacto entre as pessoas. […]\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\"\u003e\u003cspan\u003eMas não divaguemos porque há muito para desbastar. Por exemplo, aqueles pedintes que, em vez de apresentar oralmente o seu apelo, no estilo tradicional, produzem um extenso texto miserabilista, escrito em português ilegível, a dizer que já estiveram melhor e que praticamente estão como hão-de ir. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\"\u003e\u003cspan\u003eAquelas senhoras que sabem os nomes de todos os bolos e fazem gala disso. Em vez de apontar com o dedo, para a montra, como os mortais comuns que têm mais que fazer, começam a recitar as suas cabalas maçónicas.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"802\" style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cspan\u003e«Um jesuíta, uma margarida, um charleston, um torno-mecânico-de-seis-bicos, um berimbau, um gonzaguinha e dois pastéis de nata.» Miguel Esteves Cardoso\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1186\" data-end=\"1723\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra — que inclui livros como \u003cem data-start=\"1526\" data-end=\"1546\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e, \u003cem data-start=\"1548\" data-end=\"1567\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1570\" data-end=\"1587\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e — evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/p\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52174987559178,"sku":"2026-MDT-VST-2","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/image_69733a93-4644-4670-8953-2511b9e40c8e.jpg?v=1764079906"},{"product_id":"a-causa-das-coisas","title":"A causa das coisas","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003e1986. Esgotado nas outras livrarias.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e«Há uma instituição portuguesa que é única no mundo inteiro. É o já agora. Noutras culturas, tratar-se-ia de um pleonasmo. Na nossa, faz parte do pasmo.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eO já agora, e a variante popular \"Já que estás com a mão na massa…\", significam a forma particularmente portuguesa do desejo. Os portugueses não gostam de dizer que querem as coisas. Entre nós, querer é considerado uma violência. Por isso, quando se chega a um café, diz-se que se queria uma bica e nunca que se quer uma bica. Se alguém oferece, também, uma aguardente, diz-se: \"Já agora…\". Tudo se passa no pretérito, no condicional, na coincidência.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eMiguel Esteves Cardoso (n. 1955) \u003c\/strong\u003eé escritor, cronista e uma figura influente da cultura portuguesa contemporânea. Com formação em Economia e uma longa carreira no jornalismo e na comunicação, tornou-se conhecido pela sua voz singular, capaz de unir humor, lucidez e uma observação precisa do quotidiano. A sua obra — que inclui livros como \u003cem data-end=\"1546\" data-start=\"1526\"\u003eA Causa das Coisas\u003c\/em\u003e, \u003cem data-end=\"1567\" data-start=\"1548\"\u003eOs Meus Problemas\u003c\/em\u003e e \u003cem data-end=\"1587\" data-start=\"1570\"\u003eO Amor é Fodido\u003c\/em\u003e — evoluiu ao longo das décadas para uma escrita mais íntima e depurada, onde a reflexão sobre o amor e o tempo assume um lugar central.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Assírio e Alvim","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":52270098383114,"sku":"2026-MDT-VST-1","price":22.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/Acausadascoisas.jpg?v=1765880927"},{"product_id":"o-manuscrito-na-garrafa","title":"O manuscrito na garrafa","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRelatório da Direcção dos Serviços de Censura, n.º 6.664, 10-10-1960: “Trata-se de um livro inconveniente, sob os aspectos político, social e moral. \u003cspan style=\"font-size: 0.875rem;\"\u003eAs passagens assinaladas nas págs. 11, 36 a 38, 46, 49, 52, 70, 73, 75, 77, 79, 89, 91, 119 a 121, 123, 125, 126, 133, 134, 141 e 149, revelam a sua índole. Entendo que não deva ser autorizado a circular no País.” \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA dedicatória do livro a Adelino Tavares da Silva, Papiniano Carlos (1918 – 2012) e Urbano Tavares Rodrigues (1923 – 2013),  jornalistas e escritores filiados no Partido Comunista Português, desenvolvendo intensa actividade clandestina contra o regime de António de Oliveira Salazar, poderá ter feito soar o alarme e alertado os censores para um eventual “conteúdo subversivo” da obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDistribuído para leitura a 7 de Outubro, três dias foram suficientes para se produzir o relatório e outros dois dias para o veredicto dos censores: “Proibido”. O lápis azul foi implacável, sem apelo nem agravo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Livro inconveniente” porque\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e(i) com pensamentos e palavras sacrílegas em relação a “um Deus sem rosto, terrivelmente justiceiro, mas pactuante com a animalidade de cada um”. “E Deus – se há Deus, ou o que quer que seja – a divertir-se à grande com os nosso pequenos comércios, olhando do Olimpo estes seres miseráveis (…). Que náuseas isso me dá!”;\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e(ii) contra a moral e os bons costumes com descrição de cenas de nudismo, “Na solidão da duna, Carlos ficou a vê-la despir-se, peça a peça…”;\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e(iii) com referências explícitas a partes do corpo e à sexualidade, “Sentiu que o tomava um fiozinho de emoção e deu-lhe umas palmadas nas nádegas, para disfarçar. (…) O jogo dos sinais prosseguia”. “E, de novo, o quarto se encheu de rumores luminosos, de gemidos, de palavras ciciadas…”. “Lentamente, como quem busca o caminho esquecido, a boca de Carlos colou-se à pele lisa e morena, em beijos longos, sorvidos, violentos”;\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e(iv) com posições políticas e reuniões de protesto, “Um grupo de democratas defendia a candidatura de um oficial do activo, servidor confesso da Situação, como um processo de abrir brecha no regime. O grosso da Oposição discordava, queria um candidato que desse seguras garantias de fidelidade à República e aos ideais democráticos”, “A eleição fora um desapontamento: os números oficiais tornados públicos davam a vitória ao candidato governamental por uma esmagadora maioria de votos”;\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e(v) com degradação social e moral com mesas de jogos, bebidas…\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003eEnfim, um acumular de referências a actos proibidos e ou censuráveis (?!) por uma sociedade dos bons costumes, pela moral ou opinião social. \u003c\/p\u003e","brand":"Guimarães Editores","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53328046260490,"sku":null,"price":75.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/manuscritonagarrafa.jpg?v=1783502932"},{"product_id":"as-aventuras-de-miss-boston-a-primeira-detetive-mulher","title":"As Aventuras de Miss Boston, a Primeira Mulher Detetive","description":"\u003cp\u003eMuito antes de Charlie's Angels, Jessica Fletcher, Miss Marple e até Judith Lee, existia Ethel Boston, a primeira detetive consultora feminina na América, antiga associada de Nick Carter, treinada pelo famoso detetive William Hopkins.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiss Boston foi o protótipo da Nova Mulher, que acreditava e lutava pela igualdade sexual e legal com os homens. Era instruída, atlética e vigorosa, e evitava o casamento porque este interferia com a sua realização pessoal e independência. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiss Boston não só alcançou a igualdade, como a superou. Criada por Antonin Reschal (1874-1935), as aventuras de Miss Boston e as do seu ajudante, o Inspetor-Chefe Sokes, passaram por 20 episódios publicados em Paris em 1908-09.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste livro reúne todas as suas façanhas, publicadas (originais de imprensa, Portugal, entre 1910 e 1911) em vários jornais em Portugal, incluindo a aventura em que ajuda o Dr. Watson a capturar o assassino de Sherlock Holmes, e a saga da sua batalha contra a Gangue dos Cem Mil Corpos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eChegou ao Netflix, como série. \u003cbr\u003eJá viram, quase de certeza. \u003cbr\u003eSabem qual é?\u003c\/p\u003e","brand":"Maldita Livraria","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53369213288714,"sku":null,"price":200.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/files\/MISS_BOSTON_2.jpg?v=1784132342"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0735\/2729\/6266\/collections\/trapos-velhos-roupa-nova-ou-a-nova-era-em-que-tudo-se-transforma-2_323bcdc3-88b5-45b8-9d16-a4eb31cfb96c.jpg?v=1764079510","url":"https:\/\/www.malditalivraria.com\/collections\/velhos-sao-os-trapos.oembed?page=2","provider":"Maldita Livraria","version":"1.0","type":"link"}