A Democracia não vai morrer na rua, como a ditadura. Vai morrer nas urnas. Em silêncio.
Houve, sempre, na História, "homens do seu tempo" que viraram a cara, deixaram passar, baixaram a cabeça, colheram os frutos. Uns foram condenados. Outros não. Convém, no entanto, lembrar aos mais esquecidos, que é sempre ssim que as derivas autoritárias terminam. Na rua. Em vergonha.