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Luto pela felicidade dos portugueses

Luto pela felicidade dos portugueses

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2012. 1ª Edição.

Um livro de auto-ajuda para tempos difíceis.

«O amor tornara-nos especiais, o dia-a-dia remete-nos brutalmente de volta à nossa condição mediana.»

Irónico, já se sabe, e verdadeiro (também já se sabe). Entre os jogos dos afectos e desafectos, da conjugalidade normal e da loucura mansa deste povo à beira-mar pasmado, Rui Zink luta seriamente contra a morte da capacidade de nos pensarmos e de rirmos de nós próprios e da nossa vidinha.

Eis um livro que recolhe textos curtos, dos mais emblemáticos que tem escrito, e sempre, sempre, ao lado do povo:

«Decididamente, Portugal dá-se mal com a doce vida. A sesta, o fim-de-semana, as férias, são apenas a expressão de uma verdade que devia ser evidente: nós não nascemos para trabalhar, nascemos para viver. Viver bem, se possível. Na democracia original, a grega, havia dois grupos: o dos cidadãos e o dos escravos. A felicidade começa quando uma pessoa tem as suas ideias claras: e, com franqueza, não é melhor ser filósofo do que escravo?»

Rui Zink, nascido em Lisboa em 1961, é uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. Escritor, professor e provocador intelectual, construiu uma obra marcada pela ironia, pela crítica social e pela capacidade rara de transformar o quotidiano em absurdo revelador.

Em livros como O Destino Turístico, A Instalação do medo ou Hotel Lusitano, explora a tensão entre fantasia e realidade: o humor como uma forma aguda de pensamento. 

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