O caderno grande
O caderno grande
Através de páginas de uma beleza profundamente despojada e da história de dois gémeos que os acasos da vida acabam por separar de forma irremediável, o leitor é confrontado com um universo que, mais do que simbolizar o carácter afinal equivalente das ex-sociedades totalitárias do Leste europeu e das sociedades consideradas "livres", reflecte a revolta contra o absurdo e a violência da moderna condição humana.
Nada que faça mais sentido, hoje. Já que estamos afazer o caminho inverso. Certo? Ou ainda não se deram conta?
Agota Kristof nasceu na Hungria em 1935. Morreu na Suiça em 2011. Escreveu toda a sua obra em Francês.
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