Vinte degraus
Vinte degraus
Onze contos. Alguns deles, como explica a autora em nota, têm referências reconhecíveis.
«Seroda» é outra história de Mariana Cruz, de Amor de Perdição, e «Captura», «um outro ponto de vista para “A Imitação da Rosa” de Clarice Lispector».
«Uma Noite em Luddenden» evoca Branwell Brontë. «Hélder e Djalme» são nomes retirados de pessoas reais. «A Dama Singular» é dedicado a uma mulher determinante na literatura portuguesa.
Seria bom que o Prémio Camões, que em 2015 lhe foi atribuído, contribuísse para chamar a atenção para a obra de Hélia Correia, autora avessa a holofotes e uma das grandes vozes da literatura portuguesa contemporânea.
Hélia Correia (1949) é uma escritora portuguesa contemporânea. Licenciou-se em Filologia Românica e é professora de Português do Ensino Secundário. Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 1980, embora os seus contos, novelas ou romances estejam sempre impregnados do discurso poético.
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